Vidro biofotónico violeta-escuro — não uma decisão de design, mas ciência com uma história de mil anos.
O vidro violeta para guardar óleos preciosos, essências e medicamentos era usado no Egito antigo. Os arqueólogos encontraram recipientes de vidro violeta-escuro nos túmulos dos faraós — ao lado de bálsamos e óleos que conservaram as suas propriedades ao longo de milénios. A tradição nunca terminou — apenas recebeu uma explicação científica.
O espectro da luz visível — de 380 a 780 nm — inicia a oxidação e a degradação molecular. O vidro âmbar bloqueia parte do espectro. O vidro transparente não bloqueia nada. O Miron Violetglass bloqueia todo o espectro visível destrutivo, deixando passar apenas frequências estabilizadoras: a gama violeta de 380–420 nm e a gama infravermelha de 730–1050 nm.
Capsaicina, polifenóis do azeite, tocoferol — todos os compostos bioativos mantêm a sua estrutura e atividade durante todo o prazo de conservação. O óleo pode ser guardado à luz.
Não se degrada. O sabor, a cor e o aroma permanecem exatamente como eram no dia do enchimento.
A Miron Violetglass produz vidro desde 1995 e fornece para mais de 70 países em todo o mundo. Entre os seus clientes contam-se empresas farmacêuticas, perfumistas de nicho e casas de cosmética premium. É a escolha de quem não aceita compromissos.